Centro de Integridade Publica acusa a PRM de limitar o exercício da cidadania

 

Policia-de-mocambique-300x191 Centro de Integridade Publica acusa a PRM de limitar o exercício da cidadania

O Centro de Integridade Pública (CIP), uma ONG moçambicana que observa a transparência no Estado, acusou esta terça-feira (17) a polícia da república de Moçambique de limitar o exercício da cidadania no Pais. O estudo publicado por esta entidade refere que a militarização da formação policial é inquietante  e conquanto isto afecta o exercício da cidadania.

“Mas se o baixo efectivo é uma grande fragilidade, a dimensão militarizada da acção policial é que é motivo de grande preocupação, na medida em que, em muitas ocasiões, limita o exercício de cidadania. ‘Reprimir’ tem sido a palavra mais pronunciada pelos porta-vozes da PRM a nível nacional.”- lê-se no “a transparência ” um boletim publicado pelo CIP.

A crítica do CIP, organização não-governamental de monitorização da probidade no Estado moçambicano, junta-se à contestação de diversos círculos de opinião pública em Moçambique, onde a polícia é acusada de “instrumento do regime”. Lembre-se que nos finais do mês passado (Abril) um forte contingente policial esteve espalhado um pouco por todas as capitais províncias em Moçambique, numa operação cujo propósito era de impedir a realização de uma marcha convocada através das redes sociais.

O recurso ao protesto nas ruas sobreveio na sequência de alguns empréstimos contraídos em 2013 e 2014 por empresas moçambicanas, e com garantias do governo, que arrastaram à suspensão da ajuda financeira do Fundo Monetário Internacional e parceiros estratégicos do governo moçambicano.

 

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