Presidente da República empossa novos quadros

1_a_a_tomada_posse_ministros_2016-300x200 Presidente da República empossa novos quadrosQuelimane (Txopela) —O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, empossou ontem, no seu gabinete de trabalho em Maputo, dois novos ministros, e dois reitores de duas universidades públicas. Os empossados são a nova ministra de Educação e Desenvolvimento Humano, Conceita Sortane,  o vice-ministro dos Recursos Minerais e Energia, Augusto Fernando, assim como os Reitores da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), Orlando Quilambo, e o da Universidade Pedagógica (UP), Jorge Ferrão.

Intervindo no evento, o Chefe do Estado disse que o empossamento de novos quadros abre uma era de esperança nas instituições onde estes dirigentes vão trabalhar, apesar das dificuldades pelas quais Moçambique está a passar.

Para o Presidente Nyusi, há necessidade de se buscar a melhoria da qualidade de ensino, de modo a tornar a escola numa base de empoderamento e habilitação do homem, facto que exige acções concretas viradas para soluções, também concretas. Assim, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano é o centro da acção governativa e de humanização da sociedade, pois o ensino não pode resumir-se ao saber ler e escrever, mas tem que formar o cidadão moralmente.

Falando dos Recursos Minerais e Energia, o Presidente da República disse que estes são vitais, tendo em conta o papel que os hidrocarbonetos jogam no desenvolvimento económico do país.

Sobre a UEM, o Chefe do Estado disse que esta tem a missão de avaliar os programas de desenvolvimento que estão a ser implementados em Moçambique, incluindo a esfera de governação, porém reconheceu que ela está a registar um enorme crescimento, com o sempre persistente desafio de transformá-la em laboratório de soluções para os problemas do país.

Por outro lado, e para o Presidente da República, a UP tem a missão de continuar a garantir a formação de professores de nível superior e garantir para que o processo de mudanças pelo qual está a passar seja de crescimento qualitativo e quantitativo, sobretudo nos programas de pós-graduação. “A Universidade Pedagógica está num processo de redimensionamento para a facilitação da sua gestão patrimonial e financeira”, afirmou.  (Redacção)

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