Roubo frustrado nos escritórios do INGC

Luís de Figueiredo

INGC-Quelimane-300x200 Roubo frustrado nos escritórios do INGCQuelimane (Txopela) —Três indivíduos estão a contas com a polícia da República de Moçambique na Zambézia acusados de envolvimento num roubo frustrado nos escritórios do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades INGC na cidade de Quelimane.

O acto teve lugar no último final de semana quando cinco indivíduos introduziram-se naquelas instalações e foram surpreendidos pelo agente de segurança afecto àquela instituição transportando quatro computadores e um aparelho de ar condicionado. Apercebendo-se da presença do segurança, puseram-se todos em fuga e durante a perseguição um dos meliantes, por sinal o mentor da iniciativa cai nas malhas da polícia e, segundo nos reportou o Chefe das Operações na quarta esquadra: “após muito trabalho de investigação levado a cabo pela Polícia da República de Moçambique, especificamente a quarta esquadra, foi possível neutralizar os outros dois membros da quadrilha”- palavras de Fernão Fernando Sufria, Chefe das Operações da quarta esquadra da Policia da Republica de Moçambique.

Os malfeitores apresentados à comunicação social no habitual briefing semanal da PRM, assumem o crime e dizem que praticaram-no sem conivência do segurança, muito menos dos funcionários do INGC, alegando que estiveram a roubar os equipamento como uma actividade rotineira da sua “profissão”.

Instado a pronunciar-se sobre os roubos sistemáticos que o sector vem sofrendo nos últimos momentos, António Augusto Nhamarata, Chefe do Departamento do Património no Instituto Nacional de Gestão de Calamidades INGC ao nível da província da Zambézia, disse tratar-se de algo estranho que vem acontecendo nos últimos momentos naquele sector, e afirma que trabalhos estão sendo feitos junto das instituições que garantem a segurança no sentido de colmatar estes problemas que entende que são recorrentes e pede a colaboração dos populares residentes nas proximidades das instalações, especificamente do armazém do INGC, no sentido de denunciar as autoridades policiais ou aos agentes de segurança afectos aquela instituição, caso deparem-se com situações de anómalas.

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