PRM INTRANQUILIZA SANGARIVEIRA: Agente da corporação matou um cidadão e nega entregar corpo aos familiares

balas-300x225 PRM INTRANQUILIZA SANGARIVEIRA: Agente da corporação matou um cidadão e nega entregar corpo aos familiaresQuelimane (Txopela) — O corpo do Jovem de 28 anos de idade, baleado na noite de quinta-feira por um membro da Policia da Republica de Moçambique (PRM) na cidade de Quelimane, contínua na morgue do Hospital Geral da mesma cidade aguardando a documentação do médico legista para autorizar o seu funeral, facto que está a preocupar os familiares do finado que teriam marcado as cerimónias fúnebres do seu parente para este sábado.

O jovem encontrou a morte na noite da passada quinta-feira 7 de Agosto, quando ingeria bebidas alcoólicas na companhia dos seus amigos numa banca algures no bairro Sangariveira na cidade de Quelimane, onde foram surpreendidos por um grupo de membros de policiamento comunitário acompanhados por um agente da PRM cuja identidade ainda continua na penumbra, que segundo explica o proprietário do estabelecimento, obrigou-o a fechar o estabelecimento por ser muito tarde.

O comerciante que falou a nossa Reportagem na condição de anonimato, disse que antes de fechar o estabelecimento, o agente dirigiu-se aos clientes e sem precedentes atirou na testa do finado que perdeu a vida no local.

As palavras do proprietário da banca são confirmadas pelo respectivo secretário do bairro Sangariveira que se mostra preocupado com o recrudescimento do crime violento naquela circunscrição, com o agravante de serem os próprios guardiões da segurança pública a violarem as regras básicas de convivência pacífica, ordeira e tranquila como o seu próprio slogan documenta.

Os familiares do malogrado acusam a polícia de agir de má-fé dado que foi a própria PRM a transladar o corpo prometendo se responsabilizar pelos custos funerários, o que não esta a acontecer.

Até a altura da retirada da nossa reportagem da morgue do Hospital Geral de Quelimane, no princípio da tarde deste sábado 09 de Setembro, ainda não havia nenhum sinal por parte da PRM. O funcionário da morgue do HGQ confirma que o corpo deu entrada naquela instituição mas assegura que só poderá ser retirado mediante a apresentação de documentação que comprove a autenticidade dos seus familiares.

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Instado a se pronunciar a respeito, o chefe do Posto Administrativo Urbano numero 4, queixa-se da ineficácia dos serviços da PRM dado que não é a primeira vez que tal acto tem lugar naquela área envolvendo agentes da corporação responsável pelo garante da segurança e integridade dos cidadãos.

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