O Carnaval vivia da repressão: era uma válvula de escape. Mas não era tão simples: também era uma recompensa. Também era um suborno. Também era um balão de ensaio.



O Carnaval fazia medo. Eu tinha medo do Carnaval porque o Carnaval era violento e imprevisível. O Carnaval era nas ruas — e ai de quem lá passasse.

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