Jorge Soler e o San Francisco Giants estiveram ligados durante grande parte da entressafra.

O ajuste fazia sentido – os Giants ficaram em último lugar na Liga Nacional em porcentagem de rebatidas e OPS. Wilmer Flores foi o único jogador do time a acertar mais de 18 home run na temporada passada.

Soler, por sua vez, postou uma linha de rebatidas de 0,250/0,341/0,512 em suas 580 partidas em plate, acertando 36 home runs e 24 duplas. Ele fez bastante contato barulhento com uma taxa de impacto forte de 48,0% e uma velocidade média de saída de 91,3 mph.

Foi um jogo perfeito.

As negociações entre os dois lados começaram a sério na semana passada, quando Susan Slusser do San Francisco Chronicle relatou que um contrato estava sendo discutido. Esse acordo foi fechado na manhã de terça-feira, com Soler assinando um contrato de três anos. O ex-locutor do Cubs, Mike Rodriguez, relatou que o negócio vale US$ 42 milhões.

Soler é o tipo de rebatedor poderoso que os Giants não tinham há quase duas décadas. Barry Bonds foi o último jogador dos Giants a acertar 30 ou mais home runs, fazendo isso em 2004.

Jeff Kent foi o último rebatedor destro para acertar mais de 30 home run, acertando 37 em 2002. As estatísticas brutas não indicariam que Soler faria tanta diferença. Ele tem apenas duas temporadas de mais de 30 home runs. No entanto, essa falta de produção é mais uma questão de lesão do que de desempenho.

Soler teve uma média de 32 home run em 162 jogos disputados, mostrando que ele pode ser o jogador que os Giants precisam. Ele também fornece equilíbrio ao campo externo, uma opção de rebatida acertada para equilibrar Michael Conforto e Mike Yastrzemski.

Soler também é uma aposta para os Giants. Ele é um rebatedor veloz, tendo semanas de força prodigiosa alternando com alongamentos com seu bastão gelado. Sua saúde é questionável, já que ele disputou mais de 100 jogos apenas quatro vezes em seus 10 anos nas ligas principais.

É também uma aposta que os Giants precisam fazer – eles precisam melhorar a escalação se quiserem retornar à pós-temporada. Soler faz exatamente isso.



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