O envelhecimento da classe docente e a falta de atratividade de alguns cursos de ensino continuam a ser problemas destacados na publicação anual do Conselho Nacional de Educação dedicada ao sistema educativo. Os números falam por si: em 2013, 28% dos docentes tinham 50 anos ou mais; em 2018, essa taxa subiu para 47% (quando a média dos países da OCDE era de 34%); e em 2021/22, já se aproximava dos 60% (com exceção do 1º ciclo, onde o envelhecimento é menos sentido). Ou seja, em dez anos, a percentagem de professores com mais de 50 anos duplicou. Por outro lado, em 2022, houve mestrados em ensino que continuaram a ver os seus diplomados diminuir e que inclusivamente não formaram nenhum aluno.

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