Os donos das casas de primeira habitação destruídas no incêndio da Serra da Estrela ainda não receberam apoios à reconstrução, mas não são os únicos a queixarem-se. Em Sameiro, Manteigas, houve cheias, mas a aldeia ficou de fora dos apoios do Governo.

Ainda há muito que fazer nesta jornada de recuperação de 25 mil hectares de área protegida. E, depois do fogo, as enxurradas alagaram vidas em Sameiro.

A única comerciante da terra não reabriu a loja e nem para os equipamentos públicos houve dinheiro.

Manteigas ficou de fora dos apoios às cheias.

A ministra da Coesão Ana Abrunhosa também entrou na conversa. À SIC disse que “de março a maio de 2023 foi aberto um aviso de 25 milhões de euros para empresas afetadas pelo incêndio e pelas cheias” em Sameiro.

Até ao final do ano passado, foram pagos 46 milhões de euros em medidas de emergência e estabilização de solos e 57 milhões em medidas de resiliência e competitividade.

Passou ano e meio.

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