Depois de dias de silêncio, com a pressão a subir à esquerda e à direita, Luís Montenegro usou o primeiro discurso oficial para devolver a pressão – especialmente a Pedro Nuno Santos – e garantir que toma posse para cumprir a legislatura até ao fim. Apesar de a primeira amostra na Assembleia da República ter aumentado as dúvidas sobre se o Governo consegue os apoios necessários, o novo primeiro-ministro afirma que a sua equipa “não está aqui de turno”, mas para ficar até 2028. E deixa até um sinal de que pode ficar em funções, mesmo que haja um Orçamento de Estado chumbado.

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