Uma gerente de uma cooperativa de crédito no condado de Ventura foi condenada a um ano de prisão depois que foi descoberto que ela usou fundos bancários para pagar suas próprias contas pessoais e aprovou transferências eletrônicas fraudulentas, totalizando quase um quarto de milhão de dólares.

Na quarta-feira, Tina Torres, 55, de Santa Paula, recebeu pena suspensa de seis anos e oito meses de prisão estadual. Ela também será colocada em liberdade condicional por dois anos e sua pena suspensa será reinstituída se ela violar os termos de sua liberdade condicional, disse o Gabinete do Procurador Distrital do Condado de Ventura.

Em fevereiro, Torres se declarou culpado de oito acusações criminais de roubo, falsificação e roubo por peculato.

De acordo com a Procuradoria, Torres foi gerente da Cooperativa de Crédito Federal Limoneira, em Santa Paula, de 2016 a 2019. Esse cargo proporcionou-lhe acesso aos registros financeiros da cooperativa de crédito e autoridade para aprovar transferências eletrônicas.

Em 2019, uma auditoria financeira da instituição financeira revelou que Torres pagou mais de US$ 26.000 de suas contas pessoais a partir de contas de cooperativas de crédito. Ela também aprovou mais de US$ 225 mil em transferências eletrônicas não autorizadas ao longo dos anos.

Também foi descoberto que ela obteve uma linha de crédito de US$ 80.000 em nome da cooperativa de crédito e apresentou extratos bancários alterados ao conselho de administração na tentativa de ocultar suas retiradas fraudulentas.

Torres foi demitido em agosto de 2019 após revisão da auditoria. A Unidade de Crimes Financeiros do Gabinete do Xerife do Condado de Ventura também investigou o caso.

A vice-procuradora distrital Susan Park processou o caso e disse que Torres já foi uma “funcionária confiável e valorizada” que abusou de sua autoridade. Ao fazer isso, ela prejudicou “não apenas o empregador, mas outros trabalhadores que dependiam dos serviços financeiros que lhe foram confiados”, disse Park.

“Encorajamos todos a confiar, mas verifiquem em situações em que outras pessoas cuidam de suas finanças”, acrescentou Park.

Além de suas oito acusações criminais, Torres também admitiu alegações especiais de que se aproveitou de uma posição de confiança para cometer o crime e causou uma perda excessiva de mais de US$ 100.000.

Ela recebeu ordem de iniciar sua sentença em 10 de maio; se ela não comparecer, a pena suspensa será reintegrada, afirma o Gabinete do Procurador.

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