“A retórica securitária de André Ventura e a eleição como deputado, em 2019, levaram dezenas de profissionais da GNR e da PSP, no activo, a aderir ao Chega. Mas a filiação partidária é-lhes vedada por lei, e alguns arriscam crimes ao promoverem o racismo, a xenofobia e o ódio nas redes sociais”. São as primeiras linhas da reportagem de investigação “O braço armado do Chega“, assinada pelo jornalista Miguel Carvalho, na altura grande repórter da revista Visão, e que venceu esta terça-feira a terceira edição do Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva.

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