Com a chegada de uma nova geração, a AMD pode mudar a nomenclatura de seus processadores para Ryzen AI HX e abandonar os clássicos sufixos U, H e HS em breve

16 de maio
2024
– 01h27

(atualizado às 01h39)

Com o iminente anúncio dos novos processadores Ryzen 9050 de codinome Strix Point para notebooksa AMD deve mudar seu esquema de nomenclatura para CPUs em breve. Informações provenientes de um insider da Lenovo publicadas na rede social chinesa Weibo apontam que o time vermelho deixará os sufixos U, H e HS para trás, adotando o esquema Ryzen AI HX.



Foto: AMD/Canaltech

Essa não é a primeira vez que o termo Ryzen AI é vinculado a processadores da AMDuma vez que já está em uso pela companhia de Santa Clara desde o anúncio da geração Hawk Point no fim de 2023. Contudo, a mudança de nome comercial para seus produtos é inédita e deve ter como objetivo a simplificação dos termos para o consumidor.

Se antes os vindouros Ryzen 9050 seriam chamados de Ryzen 9 9750HX, por exemplo, agora os processadores devem adotar algo como Ryzen AI 9HX 170. Além da introdução do termo AI, a empresa deve usar o sufixo HX em quase todos os modelos, mantendo o segmento (5/7/9) e o adicional de uma centena (100), que deve se referir à geração em vigor. Na verdade, tudo isso é bem similar ao que a Intel fez recentemente com os Intel Core Ultra.

Além das adições, a AMD vai retirar certos termos usados frequentemente nas CPUs. Os sufixos U de baixa tensão (15 W), H (35 W) e HS (45 W) de uso padrão serão cortados. Somente a terminação HX de alta performance (55 W+) será mantida, talvez de maneira parecida com o termo Ultra usado nos processadores recentes da rival azul.




A tecnologia de IA da AMD é potencializada com uma NPU por meio da microarquitetura XDNA (Imagem: Divulgação/AMD)

A tecnologia de IA da AMD é potencializada com uma NPU por meio da microarquitetura XDNA (Imagem: Divulgação/AMD)

Foto: Canaltech

Por mais que a ideia facilite o entendimento, a remoção dos termos U/H/HS fará com que os usuários tenham que buscar manualmente o consumo energético das peças. No fim, será preciso esperar para ver como os consumidores lidarão com a mudança.

Fonte: Weibo

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