A arte do experimentalismo de jogadores não assiste Roberto Martínez e ao seu ‘portunhol’ cada vez mais aportuguesado, apesar de ter falado disso mesmo na última vez que o ouvimos, em público, enquanto selecionador nacional. “O objetivo desta noite não era ganhar. Era tentar ganhar, mas fazer experiências com jogadores. Era recolher informação”, valorizou o treinador, em março, quiçá desgostado com a derrota (2-0) frente à Eslovénia que aniquilou o percurso impecável até então, mas sem o deixar transparecer: a seleção tinha 11 vitórias em tantos jogos, com 41 golos marcados e seis sofridos. A seleção parecia uma já oleada máquina difícil de parar.

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