O Pacto para as Migrações foi aprovado há poucos dias, mas, para um grupo de 15 países europeus, as reformas introduzidas pelo documento não são suficientes para travar o que consideram ser uma pressão migratória muito acentuada sobre os seus territórios. Liderado pela Dinamarca, este grupo pede à Comissão Europeia que apresente medidas “inovadoras” para travar a chegada de migrantes à Europa, entre elas a assinatura de acordos com países que estejam disponíveis para impedir as partidas em direção à UE, como os que já existem com a Turquia, Tunísia, Líbia ou Marrocos, todos diferentes entre si, porém com objetivos semelhantes.

“Incentivamos o estabelecimento de parcerias abrangentes, mutuamente benéficas e duradouras com os principais países parceiros ao longo das rotas migratórias”, afirmam os ministros do Interior da Dinamarca, República Checa, Bulgária, Estónia, Grécia, Itália, Chipre, Letónia, Lituânia, Malta, Países Baixos, Áustria, Polónia, Roménia e Finlândia, numa carta enviada ao executivo comunitário na quarta-feira à noite.

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