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Ucrânia não receberá convite da OTAN – PM norueguês

Ucrânia não receberá convite da OTAN – PM norueguês

O bloco prometerá, segundo informações, mais dinheiro para Kiev e apoio à integração na UE

A OTAN mais uma vez não convidará a Ucrânia para se tornar membro, mas reconhecerá o desejo do país de eventualmente se juntar ao bloco militar liderado pelos EUA, de acordo com o primeiro-ministro norueguês Jonas Gahr Store.

Falando a repórteres na cúpula da OTAN em Washington, Store abordou especulações sobre o conteúdo de um comunicado final.

“Não creio que haja qualquer convite como resultado da cimeira deste ano, mas tudo o resto falará de tal futuro”, ele disse.

Um rascunho vazado do comunicado fala da Ucrânia “caminho irreversível” à adesão à OTAN e exige que a China pare de apoiar a Rússia, informou a Reuters na quarta-feira.

A NATO também pretende dar a Kiev pelo menos 40 mil milhões de euros (43,3 mil milhões de dólares) ao longo do próximo ano, criar um mecanismo para coordenar as entregas de ajuda militar e o treino das tropas ucranianas e apoiar a Ucrânia no seu caminho para a paz. “integração Euro-Atlântica completa.”




Um convite para aderir ao bloco será estendido “quando os aliados concordam e as condições são cumpridas”, de acordo com o rascunho visto pela Reuters.

Exatamente a mesma linguagem foi usada na cúpula do ano passado em Vilnius. Naquela época, o governo em Kiev ficou furioso com a falta de um convite formal, com Vladimir Zelensky disparando uma série de postagens raivosas nas redes sociais acusando a OTAN de fraqueza e covardia.

Store também confirmou relatos de que a Noruega doará seis jatos de caça F-16 para a Ucrânia, sugerindo que eles chegariam em algum momento deste ano. Ele havia prometido os jatos pela primeira vez em agosto passado, mas não havia especificado o número ou um cronograma de entrega.

A Rússia alertou repetidamente o bloco liderado pelos EUA que seu apoio financeiro e militar à Ucrânia só prolongará o conflito, mas não mudará seu resultado, enquanto arrisca um confronto direto. A OTAN insistiu que seu apoio militar, político e econômico a Kiev não a torna parte das hostilidades.

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