Governo de Ile sem fundos para construção de infra-estruturas sociais

Distito-de-Ile-na-Zambezia-300x225 Governo de Ile sem fundos para construção de infra-estruturas sociaisQuelimane (Txopela) — O Governo do distrito de Ile, a norte da Província da Zambézia necessita de dez milhões de meticais para a construção de algumas infra-estruturas sociais naquela circunscrição, com destaque para as secretarias das localidades, o parque infantil e as vias de acesso para o escoamento dos excedentes agrícolas.

A informação foi revelada sexta-feira última (21) pelo administrador daquele distrito Ismael Oria, em balanço das actividades do distrito, na área de infra-estruturas sociais.

O nosso entrevistado, fez saber que estes fundos poderão descer do Governo Central ou Provincial, através dos fundos de construção de infra-estruturas, como também poderão ser adquiridos localmente através de receitas fiscais que o Governo do Distrito for a colectar junto dos diversos agentes económicos. Ismael Oria explicou que já foi programada a construção de um parque infantil, secretarias das oito localidades que compõem a divisão administrativa, melhoramento das vias de acesso e reabilitação do sistema de abastecimento de água potável.

A fonte não revelou a data prevista para o arranque das obras em alusão mas garante que dentro deste ano poderão arrancar as obras de construção de alguns edifícios e afirma que já foi feito o estudo de avaliação técnica para o efeito, estando-se na fase de mobilização de recursos financeiros para adjudicação e arranque imediato das obras.

Ainda no distrito do Ile, estão na fase conclusiva as obras de construção da sala de sessões do governo distrital, arquivo intermédio, edifício do serviço distrital de planeamento e infra-estruturas e duas secretarias de igual número de localidades.

Outrossim, a população no distrito do Ile, deplora a escassez cada vez mais notável da água potável, visto que a única fonte de abastecimento daquele precioso líquido esta na vila de Errego, a capital do distrito, para além de se encontrar em avançado estado de degradação, as suas capacidades quantitativas já não satisfaz o rápido crescimento populacional daquela vila.

Leia:  QUELIMANE: Conselho Municipal chumba obras da Ceta construções

 Lembrem-se que aquela infra-estrutura foi concebida em tempos coloniais e na altura a vila de Errego circunscrevia-se a um conjunto de pequenas aldeias populacionais constituídas por alguns assimilados e algumas unidades residenciais pertencentes a alguns portugueses, quantidade insignificante de habitantes quando comparado aos actuais mais de duzentos e setenta mil habitantes.

 

LIVRE & INDEPENDENTE

© Jornal Txopela, 2017
Todos os direitos reservados
Fundado em 2014

REGISTO Nº 01/GABINFO-DEC/2016. © AFRO MEDIA COMPANY
Ir para a barra de ferramentas