“Arianismo” Contemporâneo: como desconstruir o paradigma? Por: Benone Mateus

Saudações. Desde já, agradeço ao espaço, concedido pelo director do jornal Txopela, jovem incansável, batalhador que tem deixado a sua vida em risco para manter informado o caro leitor.

Durante a história da humanidade, temo-nos deparado com informações que tem causado tédio, pela forma, como diversos assuntos são concertados e como alguns direitos humanos, são tratados de forma leviana num estado de direito. Aliás, muitos num futuro não tão distante, ficamos aterrorizados pela onda de perseguição aos seres humanos, com problemas de albinismo ou pigmentação da pele, onde muitos, estavam obrigados a pintar o seu cabelo para evitar o seu extermínio.

Entretanto, muitos deles sentiam-se proibidos de se locomover sozinhos, mesmo que a maioria traída com pessoas próximas como: amigos e familiares para fins obscuros e supersticiosos. E ainda noutros países, estamos a ouvir dia-a-dia, homicídios antissemitas (morte por não pertencer a uma seita religiosa da maioria) e em plena era contemporânea, haja existência da prática da escravatura em algum País, isso deve preocupar a todas almas vivas, porque muitos somos presenteados e lemos que, somos todos iguais. E não se explica, actualmente, ouvir-se a existência de fenómenos do género, caso exista, é momento de desencorajar actos desumanos. Não importa a cor submetida a esta acção. Temos de dizer não! E bem vivo, não compactuamos com comportamentos desapiedados.

As organizações ligadas a combate a discriminação racial, como a ONU, não seja uma agremiação que fique impune a estes bárbaros acontecimentos, mas sim, desencorajar e punir severamente os prevaricadores.

Para acabar, com o arianismo (raça maior que os outros), temos de incutir nas nossas mentes que somos todos humanos, com direitos, deveres e ninguém esta acima da lei e nenhuma cor, seja racial e política é maior que a outra. Porque num estado de direito, onde podemos ver pulular o multipartidarismo, tenhamos o espírito de aceitar a diferença, a crítica desde que seja construtiva, a unidade com vista promover o progresso de uma certa confraria. Porque, se não resolver-se na actualdade e continuar-se a procrastinar em vários aspectos que vemos ser perigoso e atentado à nação e o mundo, as futuras gerações ao invés de continuar com o progresso dos seus ascendentes, estarão ainda mergulhados na miséria, tentado resolver os assuntos herdados e mal resolvidos dos seus procriadores, se apartando do desenvolvimento e cultivando a dependência externa em todos aspectos. Saibamos que, somos todos originários do mesmo berço. E como diz Tebogo Malope “One nation, one People. One África”.

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Um abraço fraterno de Benone Mateus

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